AS IMPRESSÕES DIGITAIS DE JOSÉ SERRA
*Sanzio

As impressões digitais de José Serra estão claramente estampadas em três dos quatro mais famosos “escândalos do dossiê”, desde que a imprensa passou a rotular assim ações e armações do grupo político ao qual o ex-governador pertence.

Pela ordem: Caso Lunus (março de 2002), Aloprados (setembro de 2006) e este agora envolvendo sua filha. O único no qual a digital de Serra não aparece de forma clara é o tal dossiê contra FHC e D. Ruth, vazado para a imprensa pelo senador Álvaro Dias e que, posteriormente, descobriu-se ter sido fabricado com por um assessor do senador, André Eduardo Fernandes.

Não é uma casualidade a recorrência deste tipo de “escândalo” às vésperas de eleições presidenciais. Conforme disse José Sarney, em seu famoso discurso de 20 de março de 2002, Serra havia criado dentro do Ministério da Saúde um verdadeiro aparato de espionagem e fabricação de dossiês contra potenciais adversários políticos. Sob o comando de seu assessor especial, delegado da PF Marcelo Itagiba, foram produzidos dossiês contra Paulo Renato, Tasso Jereissati e Pedro Malan. O delegado Itagiba, o delegado Paulo de Tarso Gomes, ambos subordinados ao Superintendente da PF Agílio Monteiro Filho, este filiado ao PSDB, mais o Sub-Procurador da República Roberto Santoro, foram os principais agentes da operação que implodiu a candidatura de Roseana Sarney, no conhecido episódio da Lunus.

Em seu discurso, Sarney fez pesadas acusações a respeito da truculência do então Ministro da Justiça, Aloysio Nunes Ferreira, o qual ameaçou o jornalista Paulo Francis de espancamento e o então governador do Ceará, Tasso Jereissati, de espancamento e morte, cena esta presenciada por Sarney e protagonizada em frente de FHC. Se o episódio Lunus e os dossiês contra correligionários visavam apenas demolir a candidatura ou as pretensões de potenciais adversários, os dois episódios seguintes têm, claramente, outro componente, talvez mais importante que o eleitoral. Em comum, ambos estão associados ao envolvimento de Serra em graves atos de corrupção.

Não que isso seja novidade. Tanto no episódio dos aloprados quanto no atual, as denúncias já eram de conhecimento público, tendo sido até matérias de jornais e revistas. A novidade era, e é, a ameaça de tornar públicas as provas dessas denúncias. No caso dos aloprados, o tal dossiê era um conjunto de documentos amealhados por um dos lados envolvidos no “Escândalo dos Sanguessugas”, os Vedoin, pai e filho, que atuavam como intermediários junto ao Ministério da Saúde para a liberação de verbas para a aquisição de ambulâncias superfaturadas ou mesmo fantasmas. No caso atual é o ataque preventivo ao livro do Amauri Ribeiro sobre a corrupção na época das privatizações.

Em ambos os casos, o objetivo é tirar o foco do essencial, transformando o conteúdo das acusações em “falsos dossiês” com objetivos eleitorais. Se, no caso dos Sanguessugas, a operação foi bem sucedida, por causa da atuação desastrada de petistas que caíram feito patos, no caso presente não há nada que justifique as acusações de Serra à Dilma ou ao PT.

Não sei se todos notaram, mas Serra cometeu um lapso quando afirmou ao JN que sua filha teria lhe dito: “olha, eu acho que devem ter andado espionando os meus dados, porque aí são só coisas que estão no Imposto de Renda”. A pergunta que não lhe foi feita é: onde ela viu esses dados? Foi a Folha, que diz ter recebido cópias das declarações, quem as repassou à Verônica? Por que ela não tomou providências legais?

A Folha é cúmplice dessa armação, já que afirma ter recebido as cópias do suposto dossiê e tampouco tomou a providência de encaminhar esses documentos para as autoridades policiais. Usou-os apenas para criar o escândalo, o factóide eleitoral. Cabe ao PT e à campanha da ministra Dilma partir para cima desse grupo de criminosos que, há anos, trabalha para desestabilizar o país.

O ovo da serpente está chocando, não me surpreenderei se houver uma tentativa de golpe à lá Honduras. A resistência se dará pela ação da mídia independente, como este blog, de sindicatos e de movimentos sociais organizados. Por isso, sugiro aos blogueiros independentes que mantenham diariamente um post fixo no topo do blog para alertar sobre o golpismo em andamento.


QUEBRA DE SIGILO?

Rogério Mattos Costa, Madrid, 01.09.2010

A Receita Federal afirmou ontem ter um documento, uma procuração da filha de Serra, com assinatura reconhecida em Cartório, autorizando a abertura de seu sigilo fiscal em 2008.

Mas a FOLHA, transformada em panfleto de campanha tucana, não disse nada sobre isso em sua matéria apócrifa de hoje, que não vem assinada por nenhum jornalista. Algo que foi noticiado ontem até pelo próprio ESTADÃO no corpo de matéria publicada hoje.

É claro que, na manchete do combalido jornal dos Mesquita aparece apenas a denuncia de que “O sigilo da filha de Serra foi violado”, sem esclarecer que existiu o pedido da própria contribuinte, o que aparecerá apenas para os leitores que acessarem o corpo da matéria.
O Estadão faz uso de uma velha técnica de desinformação, retirada do manual do jornalismo de esgoto, que diz:

“Se for impossível mentir, omita a verdade na manchete e mostre-a só no corpo da matéria. O efeito é quase o mesmo, pois grande parte do público, apesar de só ler a manchete, sai contando por você a mentira que você queria contar”.

Basta comparar a matéria da FOLHA aqui que coloca a filha de Serra e o próprio candidato como “vítimas”, com a matéria do ESTADAO, aqui para ver a má-fé de ambos, mas em especial, da FOLHA. Segundo a Receita, a abertura foi feita a pedido de um homem, portando a autorização assinada, com firma reconhecida.

Falsificação: velha prática da direita e da sua imprensa.

Muito antes de Getúlio Vargas, os partidos de direita e famílias como os Marinho, os Frias, os Mesquita e outros donos dos maiores meios de comunicação, acostumaram-se a fabricar “cartas” e “dôssies” para justificar golpes militares e enganar a população. Especialmente, nas vésperas das eleições.

A novidade é apenas o tempo que leva para a mentira ser descoberta. Foi assim com a célebre “Carta Brandi”, uma montagem de Carlos Lacerda, um jornalista que iniciou a carreira cobrindo crimes sanguinolentos e que no dia das eleições de 3 de outubro de 1955,que elegeram o presidente Juscelino, leu pela televisão uma carta de um deputado provincial argentino que dava detalhes de uma pretensa revolta para implantar a “república sindicalista do Brasil”.

Segundo Lacerda, que mais tarde virou governador da Guanabara, a carta havia sido escrita por um deputado argentino aos seus comparsas no Brasil e provava que a “sangrenta revolução”seria executada através de um levante de operários, realizado com armas contrabandeadas do país vizinho.

Mas tudo fora uma armação da UDN ( como se chamava o DEM naquela época) e do Carlos Lacerda. A tal Carta do deputado peronista Antonio Brandi era falsa, como ficou comprovado em um Inquérito Policial Militar realizado pelo Ministério do Exército, presidido pelo General Emilio Maurell Filho, como descreve Edmar Morel em “Confissões de Um Repórter”.

Um depoimento do próprio deputado Antonio Brandi, um picareta que confessou ter ganho dois mil pesos para escrever a tal carta, mostrou que foi o próprio Lacerda que foi lá no interior da Argentina, numa cidadezinha chamada Goya, na fronteira do Brasil com a Argentina e o Paraguai, produzir a tal carta com fotos e tudo.

Já na época, os golpistas e o “experto” Lacerda foram traídos por um pequeno detalhe: a máquina de escrever em que havia sido batida a tal “carta” tinha o “til” em separado, para usar sobre o “a” e sobre o “o”, como ocorre no português e no Brasil. Ora, na Argentina e nos países de fala castelhana, só existe o “til” sobre o “n”, que é o “ñ” ( “enhe”). Lacerda havia levado uma máquina daqui do Brasil para escrever a carta na Argentina e se deu mal nessa. O golpe não colou e JK foi eleito.

Os golpistas haviam superestimado o alcance da TV naquele tempo e deixado para “divulgar o plano dos sindicalistas” no dia das eleições. E afinal, nem todo mundo é bobo, como a direita sempre pensa. Além do mais, essa não havia sido a única vez que golpistas tinham recorrido a “cartas secretas” e “dossiês” falsificados. O povo estava acostumado, como agora, com essas maluquices e pirotecnias da direita e seus jornais.

Já em 1921, duas cartas falsificadas, que teriam sido manuscritas, haviam sido publicada poucos dias antes das eleições pelo jornal “Correio da Manhã”, com grande destaque. Elas continham pretensos insultos de Arthur Bernardes, então candidato, ao ex-presidente Marechal Hermes da Fonseca, presidente e aos militares, e ao candidato do governo, Nilo Peçanha, para prejudicar seu partido e indispô-lo com o Exército. Mas Bernardes contratou peritos e provou na Justiça, que as cartas haviam sido falsificadas.

Outra vez um detalhe derrubou a tese do jornal e dos golpistas: os peritos mostraram que elas haviam sido escritas não por um, mas por dois falsários, chamados Jacinto Guimarães e Oldemar Lacerda e Bernardes era só um…

Em 1937, em outra empulhação, o “Plano Cohen”, um pretenso plano criminoso para os comunistas tomarem o poder, escrito na verdade pelo general Olímpio Mourão Filho, do serviço secreto do Exército, havia sido usada para justificar o golpe que criou a ditadura do Estado Novo.

No dia 30 de setembro, o general Goes Monteiro, chefe do estado maior, leu, na Voz do Brasil, no dia 30 de setembro de 1937, a denuncia sobre o “plano tenebroso” em que estudantes, operários e presos políticos libertados iriam seqüestrar e fuzilar imediatamente os ministros militares e civis, os presidentes da câmara e do senado, para implantar a “republica comunista” no Brasil, justificando uma ;época de repressão, censura, torturas e morte de opositores.

A fraude só foi descoberta oito anos mais tarde, em 1945, o próprio Goes Monteiro, reconheceu a fraude e pôs a culpa em Mourão Filho, que confessou ter escrito o documento a pedido do líder nazista brasileiro Plínio Salgado, apenas como uma simulação de como poderia ser um golpe comunista e ficou tudo por isso mesmo, nada tendo sofrido os falsários e impostores que tanto mal causaram ao Brasil.

O pior é que em 1964, o tal Mourão Filho foi um dos articuladores e executores do golpe militar de abril, que nos levou a 21 anos de ditadura, não só com censura, prisões, torturas e mortes, mas à dependência extrema, para tudo, do governo dos Estados Unidos da América.

Afinal, o golpista e falsário, em vez de ser punido e expulso das forças armadas como manda o regulamento, havia sido promovido a general e nomeado pelo próprio Jango comandante do IV Exército em Minas Gerais…

O fabricante de histórias Frias, José Serra, derrotado pela internet e por você.

Serra é um impostor, a começar pelo próprio diploma de economista, que ele nunca apresentou ao público, mas ostenta em seu currículo no TRE. Tal como Lacerda e os demais golpistas, Serra acredita firmemente que o povo é burro.

Foi assim também com o “Diploma que Serra recebeu na sede da ONU” de “melhor ministro da saúde do mundo”, concedido por uma ONG corrupta sediada a poucos passos da sede do DEM em Curitiba.

Foi assim com o caso da Lunus, contra Roseana Sarney quando ela queria ser a anti-Lula em 2002, no lugar de Serra.

Foi assim com “o dossiê contra os gastos do cartão de FHC e da Dona Ruth”, vazado por um funcionário do gabinete do ex-governador tucano Álvaro Dias.

Foi assim no “dossiê dos aloprados”.

A especialidade de Serra agora é a de fabricar dossiês contra ele mesmo, para, com sua divulgação, fazer-se de vítima, como no caso do dossiê do sigilo. Mas as coisas estão mudando, graças à internet e aos blogs, uma ferramenta ágil e acessível, que acabou com o monopólio dos jornalões.

Se você não sabia nada sobre o Plano Cohen, a Carta Brandi e as Cartas Falsas de Arthur Bernardes, agradeça às famílias Frias, Marinho, Mesquita e Civita, pois “eles” nunca falam nada sobre seus próprios crimes…

Se você gostou desse artigo, se achou que ele trouxe mais informação, espalhe-o na rede.

Faça sua parte na divulgação da História do Brasil que os donos da grande mídia comercial, o falso economista Serra e o PSDB não querem que o nosso povo conheça.


AV. LUIZ PEREIRA LIMA GANHA ILUMINAÇÃO PÚBLICA
Na última segunda-feira 30, a Avenida Luiz Pereira Lima, no Bairro Santa Maria, ganhou iluminação em toda a sua extensão.

No total foram instalados 12 postes e suas respectivas luminárias no trecho entre as ruas Armando Augusto Bueno e João Domingos do Amaral.

A execução deste serviço, que a Prefeitura Municipal contratou junto à empresa CPFL faz parte de um pacote de ruas e avenidas a serem iluminadas em toda a cidade. Nos próximos dias a Prefeitura divulgará outros pontos escuros que serão iluminados nos bairros.

Com relação à Avenida Luiz Pereira Lima, onde está localizada a sede da Polícia Ambiental, a Prefeitura também irá construir calçadas ao longo dos 300 metros da via e, ainda neste mesmo trecho, às margens do Córrego da Pedreira, será feito o reflorestamento com árvores nativas e colocação de grama natural, tornando o lugar ponto de referencia em urbanismo, lazer e respeito ao meio ambiente.

“Essa é mais uma ação onde melhoramos a segurança da população nos períodos noturnos. Lembramos ainda que também foram executados a pavimentação asfáltica e construção de guias, sarjetas e galerias pluviais naquela avenida. Na etapa seguinte, num futuro bem próximo, executaremos os serviços da parte urbanística no local. Os bonifacianos que ali residem ou circulam, ficaram satisfeitos com essa etapa dos nossos trabalhos e isso é muito gratificante para nós, homens públicos”, salientou o prefeito Pedro Brandão.


FALANDO DE FUTEBOL E DE ÁRVORES
Luís Fabiano Sobres

Já com o salário no bolso, o torcedor tricolor das laranjeiras de futebol que mora no subúrbio
quer ir à despedida do Maracanã, ver seu líder e cheio de estrelas, Fluminense, jogar contra o Palmeiras. Terá Felipão, Marcos, Deco, Conca, Valdivia, Kleber... Claro que terão os não estrelas também, como Assunção, Araújo, um volante, outro volante, outro volante, um zagueiro, mais um zagueiro...

O estádio do Maracanã, em obras, só oferecerá o anel superior para o público. Dele, o torcedor que leva um simples binóculo, é rei nesta terra de cegos, pay per view, traduzindo Net=Globo= Paga para Ver.

Só os mensalistas, assinantes fiéis dos pacotes de canais de assinatura poderão ver em seus lares os 25 replays da televisão, no embate entre paulistas e cariocas.
Ingresso preço único? Menos que 30,00 não é...

Cinquentinha, por operário, no mínimo, para ficar no setor branco e ver o jogo na ‘melhor’ posição do estádio, de frente ao centro do campo. Mais 10 reais de transporte, de ida e volta ao estádio, e já é o preço da mensalidade do pay per view da Net aqui no Rio. Sem falar no dinheiro do lanche, no trem lotado, no flanelinha, no reboque, no trânsito...

Depois dizem que o presidente venezuelano Hugo Chaves está equivocado ao interceder nas emissoras de TV de seu país, onde ele é o presidente da República eleito por voto direto há mais de 3 mandatos consecutivos.

Será que as emissoras de TV da Venezuela tem algo de inocente a mostrar? Será que são imparciais? Existe imprensa imparcial, caro leitor? Pode a Rede monopólio Globo dominar todo o território esportivo televisivo assim? Qual incentivo tem o trabalhador, o justo e honesto, grande maioria, pagador de impostos e juros, como nós, para ver no estádio um jogo às 22 horas, horário final, meia noite? Dia seguinte, 5h30, ele já tem que estar sacolejando logo cedo na Central do Brasil, com medo de apanhar na policia. E espremido pelos colegas como sardinhas, pior que muitos animais, como os cavalos do jóquei, por exemplo.

TV é concessão, está na Constituição, inclusive na brasileira, que as emissoras de TV são concessões do governo federal por ‘x’ tempo de vigência. Como os pedágios, concessões estaduais, na maioria. Outra alegria nossa, principalmente dos paulistas.
Felizes, pagam , em média, mais de 7 pedágios para chegar à capital.

Bem, termino por aqui, lembrando também que a maioria dos pedágios custa mais que 7,00 reais. Fiquemos, portanto, obedecendo ao desejo da Rede Globo, no sofá, sem pagar e sem ver o nosso verdão jogar.

Ah, por falar em sofá... Tem uma história por aí que é a seguinte, quanto às árvores. Como não podia deixar de ser, a motosserra comeu quente nas árvores do Brandão.
Duas delas foram simplesmente eliminadas ( segundo consta, uma era um exemplar de pau-brasil ). A majestosa resistiu um pouco mais, perdeu alguns galhos, o suficiente para causar indignação, revolta e tristeza. Parece que o estrago só não foi maior porque houve interferência de alguma autoridade ( juiz? promotor? ).

A ordem para tal atrocidade teria partido da atual “diretora” da escola, “professora” Suzana ( do Bimbo ) sob a alegação de que estaria havendo consumo de drogas e práticas libidinosas sob suas sombras! Não há como não lembrar da história do marido que ao encontrar sua mulher nos braços de outro no seu próprio sofá, não teve a menor dúvida: vendeu o sofá! E o pior de tudo é saber que a ordem partiu de quem deveria ter um pouco mais de lucidez e inteligência. Profundamente lamentável, para dizer o mínimo!
Esse é o progresso bonifaciano.


INAUGURA NOVA GALERIA DE FOTOS DOS PREFEITOS E PRIMEIRAS DAMAS
Uma solenidade realizada no saguão do Paço Municipal, de 27 de agosto, marcou a inauguração da nova galeria dos prefeitos e primeiras damas de José Bonifácio.

A galeria, localizada no mesmo local, é composta de 36 quadros, nos quais estão estampadas as fotos de todos os que ocuparam o cargo de chefe do executivo bonifaciano e suas companheiras, desde 6 de junho de 1927, quando o então Distrito Cerradão foi elevado à condição de Município, com o nome de José Bonifácio.

A inauguração foi feita pelo prefeito Pedro José Brandão dos Reis, juntamente com a primeira dama Maria Goreti dos Santos Reis.

O prefeito fez questão de ressaltar a importância do resgate histórico que esta aleria representa. “Não podemos continuar sem contar a historia de nossa cidade e ela começa com os ex-prefeitos”, afirmou Pedro Brandão dos Reis em seu discurso.

Além do atual prefeito, o ex-prefeito Luiz Fachini Sobrinho e a primeira dama Tereza Rincão Fachini e ainda Vera de Almeida Mendonça, esposa do saudoso ex-prefeito João Felix de Mendonça, estiveram presentes, prestigiando a cerimônia.

Familiares de alguns homenageados também compareceram, como: dr. Paulo Nimer e Urânia Cassetari Nimer, filha de Carlos Cassetari, primeiro prefeito quando da implantação do município, em 1927, e neta de Antonio Gonçalves da Silva.

Também estiveram presentes o vice-prefeito Valdeci Urbano e esposa Elaine,o presidente da Câmara, José Antonio Maldonado, os vereadores Marcelo do Carmo, José Fachim, Marlon Cardoso, Carlinhos Nicolau, Dorival Bispo, o historiador Emílio Capobianco e aproximadamente cem convidados.

De acordo com o prefeito Pedro Brandão, a inauguração da galeria tem como objetivo também a valorização da história do município, além de homenagear todos os ex-prefeitos e primeiras amas da cidade.

Fazem parte da galeria de prefeitos e rimeiras amas de José Bonifácio os seguintes nomes:

Gestão 2009-2012 – Dr. Pedro José Brandão dos Reis / Dra. Maria Goreti dos Santos Reis

Gestão 2003 a 2004 e 2005 a 2008 – Celso Olimar Calgaro / Joselize Rosane Somense Calgaro

Gestão 1993 a 1996 e 2001 a 2003 Luiz Fachini Sobrinho/ Tereza Rincão Fachini

Gestão 1989 a 1992 e 1997 a 2000 – Miguel Rossi / Tereza Vanir Ciani Rossi

Gestão 1983 a 1988 – Nelson Vendramini / Maria Ap. Zaqueu Vendramini

Gestão 1973 a 1977 – Moacir Zamarrenho / Primitiva Goncalga Zamarrenho

Gestão 1969 a 1973 e 1977 a 1983 – João Felix de Mendonça / Vera de Almeida Mendonça

Gestão 1963 a 1969 - Ricieri Rodante / Regina Vissechi Rodante

Gestão 1956 a 1960 – Mario José Nonato / Luzia Amélia Nonato

Gestão 1952 a 1956 e 1960 a 1963 – Rubens Spinola do Amaral /Julieta Cazen do Amaral

Gestão 1950 a 1952 – Eurídes Pereira / Aparecida Leite Pereira

Gestão 1946 a 1950 – Pedro Brandão dos Reis / Isabel Soares dos Reis

Gestão 1945 a 1946 – Acrísio Xavier Cansado/ Eugênia Xavier Cansado

Gestão 1943 a 1945 – Armando Reino / Ofélia Restivo Reino

Gestão 1941 a 1943 – Dr. Carlos Néri da Costa / Consuelo Néri da Costa

Gestão 1938 a 1941 – Dr. José Mendes Ribeiro / Amélia Domingues A. Ribeiro

Gestão 1931 a 1932 – Sebastião Pereira Lima / Amélia Fausta de Lima

Gestão 1927 a 1930 e 1933 á 1938 – Carlos Cassetari / Aracy Gonçalves Cassetari


[X] Fechar

[X] Fechar